GABRIEL CAVALCANTE SANDOVAL
                          
O GATO PRETO


   Meu nome é Pluto e meu dono, desde pequeno, é apaixonado por animais. Certo dia, meu dono se casou com uma mulher que, por coincidência da vida, também amava animais. 
   Para o meu dono, sempre fui o predileto no meio de tantos animais, sendo eles de peixe a macaco.
   De repente meu dono começou a achar que eu não o amava mais. Um dia chega em casa bêbado e eu vou brincar com ele, sem saber de nada. Meu dono pega um canivete e corta meu olho fora e, não satisfeito, me enforca em uma árvore.
   Até então, ele achou que eu não voltaria.
   No outro dia a casa de meu dono havia pego fogo, obra do destino, não é? Mas não, eu não tive nada relacionado ao incêndio, porém eu gostei. 
Dias após, ele já havia reconstruindo a casa e meu plano já estava montado.
Ao chegar no bar que ele frequentava todas as noites, eu sabia que ele me levaria para casa novamente. 
   O tempo passa e sua rotina  de chegar em casa tarde e bêbado volta, até que, certo dia, ele chega bêbado e furioso e acaba tropeçando em mim. Furioso, ele pega um machado e, ao tentar me matar, sua mulher segura-lhe a mão. O homem fica mais furioso ainda, a mata com uma machadada na cabeça e esconde o corpo em uma parede falsa em sua casa, sem saber que eu estava dentro.
   Com o sumiço dessa mulher, a polícia é alertada e a casa dele é investigada, porém os policiais acabam não achando nada. Com isso os polícias chamam investigadores profissionais para investigar a casa e a vida desse homem.
Quando os investigadores chegam novamente em sua casa, conversam com o homem sobre o sumiço da esposa e o homem fala sobre  sua inocência e sobre a sua casa ser muito boa. 
   Enquanto ele falava das paredes, acaba batendo a bengala em uma das paredes para mostrar que ela era resistente. Então, da parede, gemidos são ouvidos. Isso chamou muito a atenção dos
investigadores que decidiram quebrar essa parede e acabaram achando o corpo da mulher desaparecida junto comigo. E assim o meu dono foi preso

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